Novembro agarra-nos à segunda parte da temporada de “Os cadáveres são bons para esconder minas”, o último capítulo da narrativa “Casa” do Teatrão, que nos últimos anos deitou o país no divã, agora examinando o quanto da Guerra Colonial que ainda nos acompanha. Das reações do público, prevemos semanas cheias e intensas. Rematamos ainda o projeto Rede Artéria, iniciado em 2014, e que encerramos com o lançamento da sua publicação final. O ponto parágrafo tem direito a uma reunião de parceiros e o lançamento é feito pelo olhar atento do filósofo André Barata. Coproduzimos “À Flor da Pele”, o novo projeto da Trincheira Teatro, não sem antes recebermos o primeiro andamento do projeto para uma década da Amarelo Silvestre “Diário de uma República I”. Iremos às lágrimas com o cine-concerto da Cinematic Pocket Orquestra para “The Kid”, de Charlie Chaplin e não teremos medo do “Lobo Mau”, da companhia aveirense Red Cloud Teatro de Marionetas. Na Tabacaria dançaremos com Sen.da e Fugly. Os dias são mais curtos, mas podemos iluminar as nossas almas estando juntos.