When:
3 May, 2021 @ 17:32 – 18:32
2021-05-03T17:32:00+01:00
2021-05-03T18:32:00+01:00


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Tabacaria – O Podcast do Teatrão

 
Episódios disponíveis:
 

Podcast1

No primeiro episódio, em microfone aberto, está Mário Moutinho, ator, produtor e programador do Porto.

 

Mário Moutinho
Com formação artística em cinema, tem experiência profissional em teatro, televisão, rádio, produção e animação sócio-cultural. Foi director do FITEI, tendo o Teatrão como parceiro para extenção do festival em Coimbra. Fundou duas companhias: TAI (1977/1985) e Teatro de Marionetas do Porto. Foi actor em mais de 60 peças. ‘Pequeno Trabalho para Velho Palhaço’, ‘À espera de Beckett’, ‘Fausto’, ‘A longa noite de Camilo’, ‘Tartufo’ e ‘Little B’ são trabalhos mais recentes. Como criador de vídeos de cena, encenador, assistente de encenação e autor trabalhou com as companhias da cidade do Porto. Em cinema, participou em 17 curtas-metragens e 12 filmes (Manuel de Oliveira e Jean-Claude Biette, entre outros). Realizou e produziu curtas-metragens, documentários, filmes independentes e spots para televisão. Na televisão trabalhou em diversas séries, com destaque para ‘Clube Paraíso’, ‘Os Andrades’ e ‘Major Alvega’ e para os infanto-juvenis ‘Os Amigos do Gaspar’ e ‘No Tempo dos Afonsinhos’. Em 2019 publicou o livro ‘Teatro Semiprofissional no Porto – Arte, Activismo e Experimentalismo nos Anos 70 e 80’. Foi director de programação do Coliseu do Porto, Apiarte e Teatro de Marionetas do Porto. Trabalhou com artistas internacionais em video-arte. Organizou video-instalações, mostras de video, festivais de cinema independente e o sector video das Jornadas de Arte Contemporânea. Foi técnico de animação cultural no FAOJ/Instituto da Juventude e locutor/realizador radiofónico.

 

 

Podcast2

No segundo episódio, Jorge Louraço Figueira conversa com Sandra Pinheiro, dramaturga e responsável pela escrita dos textos do projeto DE PORTAS ABERTAS. A conversa com Jorge Louraço faz-se sobre as experiências e as maneiras de olhar o Teatro que a Sandra vê e faz.

 
Sandra Pinheiro
Natural de Guimarães, Sandra Pinheiro é dramaturga. Fez formação de escrita teatral com José Sanchis Sinisterra, e com a Lark Play Development Centre de Nova Iorque. Em 2009 participou na International Residency for Emerging Playwrights do Royal Court Theatre de Londres. Em 2013, integrou no mesmo teatro o projeto Big Idea – PIIGS, para o qual escreveu o texto Adeus ao país dos velhos.. Escreve para teatro desde 2003 e entre os textos que escreveu contam-se Emprateleirados – Prémio Miguel Rovisco Inatel 2003, Homens de cá e de lá, Os filhos de Teresa – Menção honrosa no prémio Nacional de Teatro Bernardo Santareno 2009, Os Trabalhadores invisíveis ou Como ser feliz em apenas 5 dias. Em 2012 integrou o projeto Conta-me como é, como co-autora, levado à cena pelo Teatrão. É fundadora da Didaskalia – Teatro empresarial e autora dos textos e atividades da companhia dirigidos a adultos e a crianças. É ainda a dramaturga que colabora com o Teatrão no projeto de intervenção comunitária DE PORTAS ABERTAS, a decorrer mo Vale da Arregaça.

 

 

Podcast3

Luís Figueiredo é o terceiro convidado do Podcast – Tabacaria. Uma conversa muito bem disposta sobre piano, jazz, sobre o que anda a preparar e, claro, sobre as experiências no teatro.

 
Luís Figueiredo
Nasceu em Coimbra em 1979. Estudou piano no Conservatório de Música de Coimbra e mais tarde na Universidade de Aveiro e no Hot Clube de Portugal, em Lisboa. Ao longo dos anos, estudou com Vitali Dotsenko, Mário Laginha, António Chagas Rosa, Bernardo Moreira, Filipe Melo e Fausto Neves, entre outros. Editou o seu primeiro álbum como líder em 2010 (Manhã, JACC Records) e tem estado intensamente activo desde então, como líder e como sideman em diversos projectos, particularmente na área da música improvisada. Trabalhou e/ou gravou com Cristina Branco, Bruno Pedroso, Carlos Bica, André Fernandes, Luísa Sobral, Alexandre Frazão, Reinier Baas, João Moreira, Ana Bacalhau, Mário Delgado, Bernardo Moreira, David Binney, João Hasselberg, Perico Sambeat, Mário Laginha, Ricardo Toscano, Eduardo Raon, Diogo Duque, Mário Franco, Carlos Barretto, Jorge Moniz e Jeffrey Davis, entre vários outros. Em anos recentes tem trabalhado também como songwriter, arranjador, produtor e director musical para diferentes projectos, incluindo música para teatro e cinema. Foi o arranjador da canção vencedora do estival Eurovisão da Canção 2017, “Amar elos Dois”, e foi também o compositor da banda sonora original da edição de 2018 do mesmo festival. Luís Figueiredo é doutorado em Música pela Universidade de Aveiro, onde é actualmente Professor Auxiliar Convidado para a área do jazz.

 

Podcast4

O convidado de agosto é Jorge Palinhos, dramaturgo e professor, que colaborou com o Teatrão n’A Grande Emissão do Mundo Português, entre outros trabalhos. Ouçam no Spotify, Apple Podcasts ou no Youtube.
 


Escritor e dramaturgo, investigador e doutor em Estudos Culturais. Obras suas já foram apresentadas e/ou editadas em Portugal, Brasil, Espanha, França, Países Baixos, Bélgica, Alemanha, Suíça, Sérvia e Estados Unidos da América. É autor da peça Auto da Razão, galardoada com o Prémio Miguel Rovisco 2003 entregue pelo INATEL, e encenada pelas companhias ArteCanes, O Nariz, WEL, FJA e CENA; da peça Antes da Meia- Noite, galardoada com o Prémio Manuel-Deniz Jacinto 2007, encenada pela companhia Esbofeteatro e com leitura encenada no Centro Cultural de São Paulo, Brasil, organizada pela Associação Paulista de Autores de Teatro; autor das peças Testa-de-Ferro e Voyeur, apresentadas na Mostra Anual de Dramaturgia do Festival Fazer a Festa, e autor das peças Vítima da Crise, produzida por Terra na Boca e Teatro Art’Imagem, apresentada no Festival Fazer a Festa e em várias cidades portuguesas, cujos direitos de representação foram vendidos para o Brasil. É co-criador da peça Malacorpo, produzida por Terra na Boca, e Vira-vida, produzida pelo Centro de Criatividade da Póvoa de Lanhoso e dirigida por Moncho Rodriguez, e autor de Retratinho de Fernão Mendes Pinto e Retratinho de Bruce Lee, encenados pelo Teatromosca, e de Relicário, encenado por Terra na Boca e apresentado no Festival Manobras no Porto e no Festival Ver Teatro; da peça A Odisseia de Pedro Álvares Cabral e Cassandra Diz que Morreu, montadas pela companhia Cão Danado; Triatro, encenada pela companhia Comédias do Minho; Conta-me como é, produzido pelo Teatrão; Teatro das Compras, para a EGEAC; Elfos e Anões, para a Corações com Coroas; Caixa 3, Bobina 5, para a Ácaro, Mina, montada pela companhia Amarelo Silvestre, e da peça Radiodrama, encenada pelo Teatro Viriato, entre outros textos. Publicou ainda as peças Retratinho de Bruce Lee na Revista Núa, de Santiago de Compostela, O Lado dos Turcos, numa antologia organizada pelo Teatro Nacional de S. João, e a sua peça Frente Fria fez parte da seleção final do Prémio Luso-Brasileiro de Teatro António José da Silva 2011, Parking foi publicada pela Companhia das Ilhas, e foi dramaturgo e dramaturgista convidado na Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012. Teve formação com Guillermo Heras, Hans-Thiers Lehmann, Jean-Pierre Sarrazac, Joseph Danan, Mick Gordon, Michael Bradford, Andrea Thome, José Sanchis Sinisterra, Neil LaBute, Raimondo Cortese e Thomas Bakk, Linda Seger, Goran Radovanovic, Ahmed Boulane, Paulo Filipe Monteiro e Vergílio de Almeida. É dramaturgista da companhia Stand-up Tall, e docente convidado do curso de Dramaturgia do Teatro Nacional Dona Maria II. Fez a adaptação para teatro do romance Lunário, de Al Berto, publicada pelo Instituto Politécnico do Porto, traduziu a peça Dublin Carol, de Conor McPherson, Cosmos, de Lautaro Vilo, e Wastwater, de Simon Stephens. A relação com o Teatrão iniciou em 2014, com a escrita de alguns dos textos para o espetáculo “Conta-me como é” e, mais recentemente, A Grande Emissão do Mundo Português.