Quando:
6 Outubro, 2021@8:58_9:58
2021-10-06T08:58:00+01:00
2021-10-06T09:58:00+01:00


PROGRAMAÇÃO TEATRO
9 dezembro – 21h30
Sala Grande OMT
M14
Dur. 90 min.
 
COPRODUÇÃO
Lavrar o Mar, Teatrão, Teatro do Noroeste, Teatro Municipal de Ourém, Teatro Sá da Bandeira – Santarém
 
Informações e Reservas:
239 714 013
912 511 302
info@oteatrao.com

A VERDADE TEM TRÊS BOCAS – ASSOCIAÇÃO CEM PALCOS

 

A pergunta não é: o que é que gostas de comer? A pergunta é: o que é que te alimenta?
A pergunta não é: o que é que não gostas? A pergunta é: o que é que te é indigesto?
Três personagens, três histórias, três versões de uma só verdade:
Uma mãe que dá um pacote de batatas fritas à filha para o pequeno-almoço. Uma filha que vai para a cama com metade de Portugal.
Um pai que constrói uma casa para de seguida a destruir com as suas próprias mãos.
Uma figura enigmática que veste uma t-shirt de Jesus Cristo, vende analgésicos e conta histórias maravilhosas de pica-paus, de árvores bebé e de redenção.
A desgraça, o arrependimento, a crueldade são dados adquiridos. São a dura verdade da condição humana e da convivência das mulheres e dos homens que se encontram por acaso no mesmo espaço e no mesmo tempo e procuram encontrar um sentido para o momento que partilham.
 
Podes ter fome de amor.
De respeito. Atenção. Consideração.
Podes ter fome de humilhação. Dor. Anestesia. Podes ter fome de luxo Excitação. Sexo. Sucesso. De bebida. Aventura. Poder
Podes sentir fome de ter uma família à volta. De crianças. De significado.
De perdão. Paz. Bem-estar.
A morte é uma presença constante neste emaranhado de enredos, de sentidos e de verdades.
Para a vida não há receitas certas, mas há combinações de ingredientes que nos dão sabor, que nos deliciam, que nos confortam, que nos aproximam, que nos alimentam:
Uma mulher que caminha por um bosque de castanheiros onde em cada árvore está gravado o nome de uma mãe, de uma avó, de uma bisavó e das filhas e netas que nasceram dos seus ventres.
Uma filha que corre, não para fugir, não para agradar à sua mãe, mas em busca do amor, da felicidade que é o seu direito.
Um homem que começa percussionista falhado, vira ladrão e acaba cozinheiro, aquele que apanha as lágrimas e as transforma em música.
 

Ficha Técnica e Artística

TEXTO ORIGINAL: Hanneke Paauwe
TRADUÇÃO: Célia Fechas
ENCENAÇÃO: Graeme Pulleyn
INTERPRETAÇÃO: Diana Sá, Filipa Fróis e Ricardo Augusto
CRIAÇÃO E DIREÇÃO MUSICAL: Gonçalo Alegre
PERCUSSÃO: João Doce
CENOGRAFIA E FIGURINOS: Cláudia Ribeiro
ASSISTENTE DE CENOGRAFIA E ADERECISTA: Maria Eugénia Cavaggioni
COSTUREIRA: Isabel Costa
BORDADOS: Anja de Salles
DESENHO DE LUZ: Cristóvão Cunha
CONSULTORIA CULINÁRIA: Rosário Pinheiro
DESIGN DE COMUNICAÇÃO, FOTOGRAFIA E VÍDEO: Luís Belo
BORDADO DO CARTAZ: Ana Seia de Matos
ASSESSORIA DE IMPRENSA E CONTEÚDOS: Susana Morais
PRODUÇÃO: Cem Palcos
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Guida Rolo
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO: Diogo Costa