© 2025 Teatrão – Companhia de Teatro, Coimbra
A Imaginar do Gigante está de volta à OMT com um novo espetáculo de dança e teatro de objetos. A partir das artes visuais, a companhia de Ovar propõe-se a criar um imaginário que possa conduzir o público como se estivesse dentro de um submarino a realizar uma viagem entre o passado e o futuro. A partir da ilustração, do cinema de animação e do volume, potencializam-se as formas expressivas a partir da tecnologia. A cenografia leva-nos para uma linguagem entre o Pop Up e o jogo digital, utilizando o espaço cénico sobre a qual possam ser projetados transparências e gráficos animados, com os quais uma atriz interage. Movimento e reflexão num só organismo.
Sinopse
Marte está na moda.
As naves não param de chegar.
Os grandes barcos não param de navegar.
O lixo não para de aumentar.
As casas não param para morar.
A praia já nem tem lugar.
Os que chegam não param de chegar.
O turismo é uma atividade económica fundamental para a maior parte das regiões do nosso país. No entanto, é cada vez mais explorado e saturado pelo turismo de massas. Um rasto de lixo que contamina todo os lugares. Grandes complexos turísticos construídos em lugares e áreas ambientais supostamente protegidas. muitas vezes retirados de lugares únicos da natureza. Um projeto que pode consciencializar, sem lições de moral, o público para a sua responsabilidade neste planeta.
M/6
40 minutos
4-10€
3 de maio, 17h
912511302 (rede móvel nacional)
239714013 (rede fixa nacional)
info@oteatrao.com
Pedro Saraiva
Hugo Martins
Paula Moita
Daily Misconceptions
Paulo Renato
Mário Costa
Paula Moita
CAO Centro de Arte de Ovar e Imaginar do Gigante
Esta oficina pretende, acima de tudo, aproximar e não ensinar ou impor qualquer método educacional. Queremos proporcionar o primeiro contacto, nas mais diferentes faixas etárias (crianças e famílias), com o experimentar habilidades cognitivas, em que o adulto faz parte do processo. Acima de tudo, o que pretendemos é o gosto de estar no encontro, de poder falar sobre o que estão a fazer, ou do espetáculo que acabaram de assistir. Deixar fluir a conversa e a expressividade, poder sujar-se e viver uma experiência para, no final, levar para casa, na memória e no coração.