Quando:
6 Outubro, 2021@8:58_9:58
2021-10-06T08:58:00+01:00
2021-10-06T09:58:00+01:00


VIAJANTES DO TEMPO
Sessões Escolas (por marcação):
20 de abril, 11h e 14h30 | 21 e 26 de abril, 10h e 11h30
Sessões Público Geral:
24 de abril e 14 de maio, 11h e 15h
 
Criptopórtico – Museu Nacional de Machado de Castro
 
Maiores de 6 anos
Duração: 45 min.
Lotação por sessão: 10 pessoas
 
Entrada livre, sujeita a reserva

 
OS CANTOS DAS PEDRAS
Sessões Escolas (por marcação):
26 e 27 de maio | 11h e 14h30
Sessões Público Geral:
28 e 29 de maio | 11h e 16h
Início do percurso:
Aqueduto de São Sebastião (Arcos do Jardim)
 
Maiores de 6 anos
Duração: 1h30
Lotação por sessão: 25 pessoas
 
Entrada livre, sujeita a reserva

 
Informações
239 714 013
912 511 302
info@oteatrao.com

CRIAÇÕES DO TEATRÃO NO ÂMBITO DO PROJETO MARCOS HISTÓRICOS – ROMANIZAÇÃO

 
Sinopse
Se as paredes das igrejas e dos castelos falassem, teriam muitas histórias para contar sobre as pessoas que nelas viveram e vivem. E também sobre um tipo particular dessas pessoas: aquelas que passam o tempo a observar muros e ameias, a passear pelas velhas torres e pelos antigos claustros, a falar sobre as pedras como se elas não estivessem presentes e não ouvissem o que as pessoas dizem delas. Pois as paredes não falam, claro, mas todos sabemos que têm ouvidos. Como seria se contassem essas histórias que viram e ouviram, contos de tempos passados e curiosidades presentes e atuais? Ouviríamos o canto das pedras?
Um olhar mais atento para os monumentos e a paisagem da região de Coimbra descobrirá que por baixo da herança cristã há uma herança árabe, e por baixo desta o passado romano, e anterior a este há muitos outros passados e histórias por contar. Quem primeiro descobriu e contou essas histórias aos visitantes foram arqueólogos e historiadores amadores, apaixonados pelas narrativas do passado, que calcorrearam caminhos perdidos e procuraram debaixo de pedras os vestígios do tempo comum. Mas quem conta a história dessas aventuras? Em Portugal, o estudo do passado tem a sua própria história. Talvez pudéssemos fazer uma espécie de arqueologia da arqueologia, dando a conhecer as pessoas que se apaixonaram pelos objetos do passado, para conhecer melhor como os objetos foram descobertos e o que eles significam. Seria uma forma original e mais completa de dar a conhecer os museus e monumentos.
Jorge Louraço Figueira

VIAJANTES DO TEMPO

Visita Guiada
 
Um jovem estudante de arqueologia está desiludido. Apenas encontra cacos nas escavações que faz no criptopórtico romano de Coimbra. Será que aquilo que descobre são apenas cacos? Existem histórias por detrás daqueles pedacinhos de cerâmica? Pelo labirinto do criptopórtico, as histórias vão aparecendo, e resta ao jovem arqueólogo abrir os olhos e os ouvidos para perceber que num pequeno caco haverá sempre algo para contar: um fragmento de uma existência, um grito de revolta no meio do ruído do Tempo.

OS CANTOS DAS PEDRAS

Percurso pela cidade
 
Por onde pára a Coimbra romana? Como encontrar e descobrir uma cidade que não se vê? Durante uma hora, vamos calcorrear a Alta e a Baixa, à procura dos vestígios da Aeminium, da herança que nos deixou e dos problemas que persistem. Um caminho guiado pela voz de alguém cujo sonho seria dar sentido a uma história incompleta, feita de remendos e de que talvez nunca se encontrará o fim. Mas podemos nós imaginar e concluir as histórias inacabadas?

 

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Coordenação do Projeto: Isabel Craveiro e João Santos
Ideia Original: Jorge Louraço Figueira
Dramaturgia Original: Inês Silva, João Gaspar
Elenco: Afonso Abreu, David Meco e Diogo Simões
Direção Musical: Cristina Faria
Apoio ao Movimento: João Santos
Figurinos e Adereços: Filipa Malva
Construção de Adereços: José Baltazar
Confeção de Figurinos: Fernanda Tomás
Cabeleireiro: Carlos Gago
Fotografia e Vídeo: Sara Allen (Décadas de Sonho)
Direção Técnica: Jonathan Azevedo
Sonoplastia e Operação de Som: Nuno Pompeu
Direção de Produção: Cátia Oliveira
Produção Executiva: Mariana Pereira
Frente de Casa/Direção de Cena: Cátia Oliveira e Sofia Coelho
Comunicação: Margarida Sousa
Agradecimentos:
Ana Luíza Ravara (Guia da Villa Romana do Rabaçal), André Tomé, Conceição Lopes, Domingos (Instituto de Arqueologia de Coimbra), Vítor Dias (Museu Monográfico de Conímbriga), Jorge Alarcão, José Luís Madeira, Pedro Carvalho, Ricardo Costeira da Silva, Vítor Dias, VivArte, Instituto de Arqueologia de Coimbra (IAC), Museu Monográfico de Conímbriga, Museu PO.RO.S, Espaço-Museu da Villa Romana do Rabaçal, Jorge de Alarcão.