Quando:
13 Outubro, 2018@9:30
2018-10-13T09:30:00+01:00
2018-10-13T09:45:00+01:00


Programa

15 set – 23 set

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ot
eatrao.com
ou
912511302

CASA ABERTA

CASA ABERTA é um novo programa de formação do Teatrão em parceria com o Centro de Estudos de Teatro da Universidade de Lisboa e com curadoria de Maria João Brilhante. De dois em dois meses, durante um fim-de-semana, receberemos uma dupla de profissionais que partilharão processos de trabalho num modelo teórico/prático. Dirigido a profissionais e estudantes de Artes Performativas que queiram experimentar e refletir sobre diferentes processos de criação artística.

Composição e Transmissão

13 e 14 de outubro
As portas abrem-se em outubro com Vera Mantero e Ana Pais:
“Como usar a voz, a escrita, a respiração e a associação livre para chegar aos movimentos, acções, estruturas e desejos de composição que se encontram neste momento em nós? Como explorar alguns deles separadamente de forma a incorporá-los mais tarde em processos de improvisação mais longos ou complexos, ou mesmo em processos de composição? Como transmitir as nossas questões, os nossos métodos de composição, as nossas urgências, os nossos modos de questionar o mundo de modo a que façam sentido para outros? Neste workshop, gostaríamos de partilhar e discutir em conjunto com o grupo modos de fazer e de pensar sobre composição coregráfica e transmissão de saberes. Ironia e mãos vazias levar-nos-ão mais longe ainda.”
 

O Ator e o Texto

24 e 25 de novembro
Nesta segunda masterclass focamo-nos sobre a relação do ator com os textos. Análise, preparação e apropriação dos textos são questões fundamentais para António Fonseca que desafiámos para partilhar com este grupo. Maria João Brilhante embarca com ele numa exploração que se apoia na importância e no prazer das palavras:
 
“Não sou um autor, sou um intérprete e como tal só posso reinventar as histórias que já foram inventadas e presentificá-las, aqui e agora, reescrevê-las. Reescrevê-las para mim é sempre inscrevê-las no corpo e na fala, mudando-lhes o código: da escrita para a oralidade, que sendo o meio mais antigo da ficção, é aquele que parece perdido e que faz um esforço por renascer em alguns contadores, excelentes, em que frequentemente tropeço.”

António Fonseca in Jornal Tornado, 2016

O que fazer com os clássicos?

23 e 24 de fevereiro
O que fazer com os clássicos? Eis uma pergunta que não nos dá tréguas. Muitas respostas têm sido dadas, por escrito ou nas tábuas do palco: deixá-los em paz; dar-lhes a volta; fazê-los como se fossem contemporâneos: viajar com eles ao passado… Mas a discussão continua viva. Convidámos Nuno Carinhas para vir mostrar como se abeira dos clássicos e o que procura neles para seu e nosso prazer. E com ele estará o José Pedro Sousa que estuda os clássicos e gosta de os ver postos em cena.

Por onde começar?

4 e 5 de maio
Pelo texto? Por uma ideia? Pelas figuras? Imaginando sons? Como vão surgindo os diversos elementos plásticos e verbais no processo criativo? Ricardo Neves-Neves que gosta de jogos de palavras, de imagens perturbadoras e de muito ritmo virá mostrar como começa e continua cada trabalho, talvez desvendando a sua próxima criação. Maria João Brilhante estará espiando esta aventura. Venham experimentar.

Fotografia de Nuno Ferreira Santos (Jornal Público)